Como menciona Gustavo Morceli, CEO PETE, a formação de professores em robótica é o ponto de virada entre um kit guardado no armário e uma cultura de aprendizagem ativa dentro da escola. A implementação só se sustenta quando o docente se sente capaz de planejar, conduzir e avaliar atividades com segurança. Se a sua rede quer resultados pedagógicos consistentes, continue a leitura e descubra o que costuma funcionar de verdade no cotidiano escolar.
O que realmente funciona em formações eficazes?
Formação de professores em robótica costuma ganhar tração quando segue um modelo aplicado, com prática guiada e entrega direta para sala de aula. Tendo em vista o tempo curto de formação continuada, o foco deve ser ensinar o professor a conduzir uma sequência didática completa, do planejamento ao fechamento, com previsibilidade.
O que mais aparece como efetivo na rotina:
- Formação com aula modelo: o docente vivencia a atividade como estudante, entende objetivos e percebe onde costumam surgir dúvidas. Na sequência, faz a mesma aula como mediador, com apoio e ajustes;
- Planejamento com roteiro curto: o professor sai com um plano simples, com objetivos claros, tempo estimado, material necessário e critérios de avaliação. Isso reduz improviso e aumenta confiança;
- Depuração orientada: em robótica, algo falha com frequência. Quando a formação ensina como diagnosticar erro, testar hipóteses e registrar tentativas, o professor para de depender de “um técnico” para seguir;
- Avaliação por processo: a formação funciona melhor quando apresenta rubricas ou critérios objetivos: clareza do algoritmo, justificativa das escolhas, colaboração do grupo, registro de testes e capacidade de explicar o que foi feito.
Como observa Gustavo Morceli, Fundador Hexa Smart, o ganho educacional cresce quando o professor aprende a transformar tentativa e erro em método, e não em frustração.

Mentoria e acompanhamento valem mais do que um encontro único
Como aponta Gustavo Morceli, formação de professores em robótica tende a fracassar quando acontece em um único dia e termina sem apoio posterior. No entendimento de uma política de rede, a formação precisa de continuidade leve, mas constante, para que o professor aplique, ajuste e volte com dúvidas reais.
Dessa forma, modelos de mentoria costumam gerar mais resultado do que cargas horárias extensas sem conexão com a prática. Um acompanhamento simples, com retorno sobre planejamentos, troca de experiências entre escolas e resolução de problemas frequentes, fortalece a autonomia docente. Além disso, cria uma comunidade de prática, onde soluções se espalham sem depender de centralização.
Como organizar a progressão por níveis de confiança?
Formação de professores em robótica funciona melhor quando a rede assume que há níveis diferentes de familiaridade com tecnologia. Em vez de exigir que todos cheguem ao mesmo lugar ao mesmo tempo, a formação pode ser estruturada por níveis de confiança pedagógica e operacional.
Uma progressão que costuma funcionar:
- Nível 1: conduzir atividades prontas com segurança, com foco em gestão de turma, organização de grupos e leitura de evidências de aprendizagem;
- Nível 2: adaptar desafios, alterar parâmetros, criar variações e conduzir depuração sem travar a aula;
- Nível 3: desenhar projetos interdisciplinares, criar sequências autorais e integrar avaliação mais sofisticada, com portfólios e apresentações.
Assim sendo, como alude Gustavo Morceli, CEO PETE, a rede reduz ansiedade, aumenta adesão e evita o efeito colateral de formações muito avançadas que afastam quem está começando.
O que sustenta a sala de aula no dia a dia?
Formação de professores em robótica precisa preparar o docente para o chão da escola. O que costuma sustentar a prática não é o projeto mais bonito, e sim a aula que acontece mesmo quando o tempo é curto e a turma está agitada.
Alguns pontos que fazem diferença:
- Gestão de grupos com papéis rotativos: montador, programador, registrador, testador. Isso evita que um estudante assuma tudo e aumenta participação;
- Rotinas claras de material: checklists simples de retirada e devolução reduzem perdas e aceleram o começo da aula;
- Registro curto, porém consistente: anotar hipótese, teste, resultado e ajuste. Esse hábito vira base para avaliação e para a construção de linguagem científica;
- Fechamento com explicação: todo grupo precisa explicar o que tentou e por que alterou algo. Por conseguinte, a robótica vira também um treino de argumentação.
Como reforça Gustavo Morceli, CEO PETE, quando a formação ensina essas rotinas, o professor ganha previsibilidade, e a escola percebe consistência de aprendizagem ao longo do tempo.
Autor: Abidan Santos
